1 de dez de 2016

Alunos da Escola Dinâmica confeccionam enfeites que farão parte da decoração natalina de suas casas

Para celebrar as festividades natalinas, os alunos do 1º ano A da Escola Dinâmica, produziram na última terça-feira (29), uma árvore de natal com a utilização de fitas decorativas.


A iniciativa partiu da professora Sandrelly Ramos e foi muito bem recebida por os alunos que demonstraram muito entusiasmo durante o processo de produção. Com muito capricho e carinho as crianças produziram a árvore que fará parte da decoração natalina de suas casas. A criatividade e o empenho de todos resultaram em verdadeiras obras de arte.


As coordenadoras Zivocléia Leite e Egmar Santos, sempre muito atenciosas, deram total apoio para que a atividade fosse desenvolvida da melhor forma possível.


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30 de nov de 2016

[ Vídeo ] Assista os melhores momentos do FLIT 2016


Assista o vídeo com os melhores momentos do nosso Festival de Literatura - FLIT 2016. Foi sensacional!

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Feminismo e violência contra a Mulher em destaque no Festival de Literatura da Escola Dinâmica

Em tempos de acentuados conflitos sociais é pertinente lançar mão da linguagem literária e musical para fomentar importantes reflexões. Foi com essa compreensão que a Escola Dinâmica promoveu na última sexta-feira (25), a IV edição do seu Festival Literário. O projeto que este ano foi coordenado pela professora Maria Lisboa, com total apoio da coordenação pedagógica e dos demais funcionários da escola, envolveu as turmas do Ensino Infantil ao Médio.

Um dos momentos mais emocionantes do evento teve como protagonistas as irmãs Vitória Cecília e Ana Carolina. As alunas declamaram com muita emoção o poema “Não vou mais lavar os pratos”, ao qual foi dedicado a todas as mulheres que fazem parte da família Dinâmica.


Os versos da escritora Cristiane Sobral, retratam o anseio das mulheres por liberdade, denunciando dessa forma a opressão de gênero, além de trabalhar a escrita como um passaporte social. A precisão e a verdade com que cada estrofe do poema foi declamado emocionou a plateia. 

A temática também foi abordada através da apresentação do poema Maria, mãe, mulher que foi apresentado com muita destreza por os alunos do 7º ano, que trouxeram á tona o tema  violência contra a mulher, um drama da sociedade atual.


O FLIT proporcionou reflexões marcantes para o público e todos os envolvidos que demonstraram empenho e total dedicação, o que assegurou o brilhantismo do festival.
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27 de nov de 2016

Com brilhantismo, FLIT da Escola Dinâmica realiza apresentações que despertam reflexões sociais

 

Com muito brilhantismo, a IV edição do festival de Literatura da Escola Dinâmica - FLIT surpreendeu o público que lotou o Teatro Municipal de Santa Cruz do Capibaribe na última sexta-feira (25).


O grandioso espetáculo cultural que abordou o tema: “Literatura e Música-Instrumentos de denúncias sociais”, teve a abertura oficial realizada pelo diretor Joselito Pedro, que recepcionou a todos, externando a alegria de viver aquele momento e ressaltando que iria iniciar o maior espetáculo cultural dos últimos tempos.


Os protagonistas da apresentação inicial foram os professores e funcionários da instituição escolar, que ao som da música “Depende de nós”, despertaram os presentes para a responsabilidade de ações combativas frente aos conflitos sociais que seriam denunciados através da linguagem musical e literária durante todo o festival.


Ainda nesse momento inicial, a professora responsável pelo projeto, Maria Lisboa, agradeceu o apoio do gestor, da coordenação pedagógica e de todos os funcionários. Ela destacou a importância da abordagem do tema, afirmando:

“O preconceito gera discriminação, gera violência... Ser diferente não significa ser inferior! A mudança na realidade a qual estamos inseridos, depende de nós, de todos nós!”
Dando prosseguimento, os alunos das turmas do 5º ano A e B, com muita sensibilidade e desenvoltura realizaram uma apresentação através da música “Um certo Galileu”, mostrando que Jesus, mesmo sendo bondoso para com todos, foi morto e crucificado.



Após essa reflexão inicial, foi iniciada a participação dos pequeninos do Ensino Infantil e Fundamental I, que com muita criatividade prestaram homenagens aos índios, resgatando suas lutas e ressaltando a importância da sociedade indígena para a história do país. A seguir, chegou o momento de ouvir os alunos cerimonialistas, Eduarda Gomes e Walter Aragão, recitarem o poema “Grito Negro”.









Como já é tradição nos festivais de literatura realizados pela Escola Dinâmica, a instituição escolheu artistas locais para homenagear, destacando o trabalho da professora norte-taquaritinguense Lia Lucena, que lançou recentemente o livro infantil "Buduléu". Outra homenageada foi a poetisa Ágda Moura, que encantou o público com belíssimas poesias sobre Santa Cruz do Capibaribe.


Através da riqueza expressa nos versos de José Caverinho, os alunos da Educação Infantil e Fundamental I prosseguiram as suas apresentações, colocando em cena reflexões sobre o negro e a escravidão.



Dando continuidade, a partir da indagação: “O que é realmente ser belo?”, os alunos do Jardim I A e Jardim II C, foram anunciados e por meio da representação do conto de fada: “O patinho feio”, chamaram a atenção para o narcisismo, que se configura como uma intensa preocupação das pessoas com o padrão de beleza.



A seguir, buscando conscientizar que toda criança tem sonhos, desejos e necessidades de amor e compreensão, e que antes de tudo, a criança é criança, os alunos do 4º ano A, subiram ao palco com o romance da literatura infanto-juvenil: “Amarelinho”, externando que antes do julgamento, é necessário trilhar-se em direção à compreensão.



O Machismo e o desemprego também foram abordados no FLIT 2016, com sutileza os alunos do 5º ano C, 3º e 4º ano B, apresentaram a música “Guerreiro Menino”, do saudoso Gonzaguinha.





Para falar sobre hipocrisia e dar continuidade ao grandioso espetáculo cultural, foi a vez dos alunos do 8º e 9º ano B estrearem breves apresentações das obras “O crime do Padre Amaro” e o “Primo Basílio”.







Em seguida, o público em coro ecoou o canto: “Eu só quero é ser feliz/ Viver tranquilamente na favela onde nasci...”, já anunciando a próxima apresentação, que contou com a participação dos alunos do 2º ano do Ensino Médio e da professora Valéria Cristina, que encantaram a todos com uma empolgante coreografia.



E como não poderia ser diferente, a seca do Nordeste, o trabalho infantil, a fome e a violência contra a mulher, também foram trabalhados com muita maestria e sensibilidade nessa quarta edição do festival, que lançou mão da literatura e da música para debater criticamente conflitos sociais.
















A guerra e o nazismo também foram ricamente retratados pelos alunos do Ensino Médio, através da representação do poema Rosa de Hiroshima e do romance: “O menino de pijama listrado”.









Encerrando o festival, os alunos do 3º ano do Ensino Médio surgiram em meio à plateia, declamando “Saga da Amazônia”. Dessa forma, a magia da arte emergiu em meio a todos mais uma vez, e o público tornou-se protagonista, envolvendo-se com aquele tipo de emoção que só a arte proporciona, exalando em todos os cantos a magia da música, da literatura, e do encanto da vida!



O desfile de belíssimas apresentações envolvendo turmas do Ensino Infantil ao Médio evidenciou o excelente trabalho pedagógico que vem sendo desenvolvido pela escola. O Teatro Municipal ficou pequeno para a grandiosidade do evento, que mais uma vez foi aclamado pelos pais e todo o público. Essa edição do FLIT reafirma que a Escola Dinâmica cumpre com maestria a missão de educar para a cidadania.

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"O aprendizado é uma grande aventura!"
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